sexta-feira, 24 de setembro de 2010

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Mandalas

As mandalas são símbolos ancestrais que possuem um campo energético de muita força. Por serem desenhos sagrados, as modificações energéticas e espirituais trazidas pelas mandalas são dirigidas por uma força superior ao nosso entendimento.

A palavra "mandala" vem do sânscrito, e significa literalmente "círculo". Na consciência da maioria das pessoas, as mandalas têm, efetivamente, algo do Oriente. Isso, contudo, nem sempre foi assim, nem precisava ser, pois as mandalas se encontram igualmente na raiz de todas as culturas e estão presentes em todo ser humano.
Foi sobretudo
C. G. Jung quem, nos tempos modernos, se ocupou com as mandalas e descobriu que elas surgem como imagens interiores espontâneas, particularmente em situações de profunda crise interior (ele descobriu que desenhar, pintar e sonhar com madalas é parte natural do processo de individuação do ser e expressão de todos os caminhos que conduzem ao centro). Por isso ela ressalta o fato de o estilo gótico, com suas rosáceas, ter aparecido numa época particularmente difícil da história da humanidade. Desse modo o enorme interesse pelas mandalas observado atualmente e seu uso cada vez mais frequente nos domínios da arte e da meditação são particularmente eloquentes (segundo algumas correntes terapêuticas a simples contemplação de uma mandala inspira serenidade, restabelece a ordem psíquica, estimula a criatividade e abre as portas do inconsciente, fazendo emergir símbolos, arquétipos coletivos e o ser verdadeiro em nós).
Podemos ver mandalas na arte rupestre, no símbolo chinês do Yin e Yang, nos yantras da Índia, nas mandalas e thankas tibetanas, nas rosáceas da catedral de chartres, nas danças circulares, nos rituais de cura e arte índigenas, na alquimia, na magia, nos escritos herméticos e na arte sacra dos séculos XVI, XVII e XVIII.
O corpo humano é constituído de células e estas, por sua vez de átomos. Desse modo nosso corpo é composto, em última análise, de inúmeras mandalas. Mas podemos compreendê-lo também, em sua totalidade, como uma mandala. Com os braços e as pernas esticados, ele forma uma estrela de cinco pontas, e cada estrela é uma mandala. Enquanto mandala estelar, cada homem possui, claramente reconhecível, um centro, e todos estamos constantemente à sua procura. Girar em torno de nosso próprio centro é o objetivo de toda a meditação, e dessa forma, uma mandala e toda mandala nos faz lembrar de nosso próprio centro.
Trabalhar com mandalas é ir de encontro às próprias origens e tocar no sagrado interno, uma forma carinhosa de abrir o coração para a criatividade, a intuição e o amor.
fonte:

"Mandalas - Formas que representam a harmonia do cosmos e a energia divina" de Rudiger Dahlke.


Mais alguns brincos de crochê em formas mandálicas:







quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Bolsa de Crochê

Essa é a primeira. Tenho pelo menos uma meia dúzia delas inacabadas... Como sou uma procrastinadora crônica, achei que seria bom eu postar algum modelo da minha coleção de bolsas a fim de rolar uma certa pressão para eu terminar o restante. Não vou me restringir no catálogo de bolsas ao crochê apenas, quero misturar materiais e outras técnicas. Essa por exemplo, tem um broche de tecido como adereço e alça de palha de buriti. Pretendo fazer modelos de vários tamanhos e estilos para caber todo o mundo que nós costumamos carregar numa bolsa (eu pelo menos). Minha listinha de sobrevivência básica que carrego sempre:

*carteira, água, fruta, biscoitinho e/ou chocolate, chicletes, celular, fone de ouvido, lápis de olho, gloss, escova de dente, pasta de dente, sabonete para o rosto, filtro solar, creme para mãos, máquina digital (nunca se sabe em que momento pode surgir uma idéia para te inspirar), lixa de unha, livro, elástico de cabelo, bloquinho de anotação, caneta, agulha de crochê, linha e chaves de casa.