quarta-feira, 6 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Peep Toes
Crochê e moda vintage é quase um pleonasmo no meu ponto de vista e como uma de minhas intenções é sempre que possível recorrer ao romântico, não poderia deixar de fazer a minha versão desse modelo de calçado que tem sua origem lá pela década de 50 do século passado. Nestes três modelos me utilizei de materiais relacionados ao "rústico": saltos e botões de madeira, palmilha em couro, palmilhas forradas com tecido e com palha de buriti e linhas 100% algodão mercerizado.
A brincadeira dessa vez é com um tipo de calçado que eu particularmente gosto bastante: peep toe: do inglês “peep”- começar a aparecer, e “toe” – dedo; portanto o que singulariza este estilo é a abertura frontal na qual parte dos dedinhos do pé aparecem.









A brincadeira dessa vez é com um tipo de calçado que eu particularmente gosto bastante: peep toe: do inglês “peep”- começar a aparecer, e “toe” – dedo; portanto o que singulariza este estilo é a abertura frontal na qual parte dos dedinhos do pé aparecem.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Bolsinha de Crochê
Mais um modelinho de meu catálogo de bolsas!
*agradecimentos: Depósito Mineiro
www.depositomineiro.com.br
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Mandalas
As mandalas são símbolos ancestrais que possuem um campo energético de muita força. Por serem desenhos sagrados, as modificações energéticas e espirituais trazidas pelas mandalas são dirigidas por uma força superior ao nosso entendimento.
A palavra "mandala" vem do sânscrito, e significa literalmente "círculo". Na consciência da maioria das pessoas, as mandalas têm, efetivamente, algo do Oriente. Isso, contudo, nem sempre foi assim, nem precisava ser, pois as mandalas se encontram igualmente na raiz de todas as culturas e estão presentes em todo ser humano.
Foi sobretudo
C. G. Jung quem, nos tempos modernos, se ocupou com as mandalas e descobriu que elas surgem como imagens interiores espontâneas, particularmente em situações de profunda crise interior (ele descobriu que desenhar, pintar e sonhar com madalas é parte natural do processo de individuação do ser e expressão de todos os caminhos que conduzem ao centro). Por isso ela ressalta o fato de o estilo gótico, com suas rosáceas, ter aparecido numa época particularmente difícil da história da humanidade. Desse modo o enorme interesse pelas mandalas observado atualmente e seu uso cada vez mais frequente nos domínios da arte e da meditação são particularmente eloquentes (segundo algumas correntes terapêuticas a simples contemplação de uma mandala inspira serenidade, restabelece a ordem psíquica, estimula a criatividade e abre as portas do inconsciente, fazendo emergir símbolos, arquétipos coletivos e o ser verdadeiro em nós).
Podemos ver mandalas na arte rupestre, no símbolo chinês do Yin e Yang, nos yantras da Índia, nas mandalas e thankas tibetanas, nas rosáceas da catedral de chartres, nas danças circulares, nos rituais de cura e arte índigenas, na alquimia, na magia, nos escritos herméticos e na arte sacra dos séculos XVI, XVII e XVIII.
C. G. Jung quem, nos tempos modernos, se ocupou com as mandalas e descobriu que elas surgem como imagens interiores espontâneas, particularmente em situações de profunda crise interior (ele descobriu que desenhar, pintar e sonhar com madalas é parte natural do processo de individuação do ser e expressão de todos os caminhos que conduzem ao centro). Por isso ela ressalta o fato de o estilo gótico, com suas rosáceas, ter aparecido numa época particularmente difícil da história da humanidade. Desse modo o enorme interesse pelas mandalas observado atualmente e seu uso cada vez mais frequente nos domínios da arte e da meditação são particularmente eloquentes (segundo algumas correntes terapêuticas a simples contemplação de uma mandala inspira serenidade, restabelece a ordem psíquica, estimula a criatividade e abre as portas do inconsciente, fazendo emergir símbolos, arquétipos coletivos e o ser verdadeiro em nós).
Podemos ver mandalas na arte rupestre, no símbolo chinês do Yin e Yang, nos yantras da Índia, nas mandalas e thankas tibetanas, nas rosáceas da catedral de chartres, nas danças circulares, nos rituais de cura e arte índigenas, na alquimia, na magia, nos escritos herméticos e na arte sacra dos séculos XVI, XVII e XVIII.
O corpo humano é constituído de células e estas, por sua vez de átomos. Desse modo nosso corpo é composto, em última análise, de inúmeras mandalas. Mas podemos compreendê-lo também, em sua totalidade, como uma mandala. Com os braços e as pernas esticados, ele forma uma estrela de cinco pontas, e cada estrela é uma mandala. Enquanto mandala estelar, cada homem possui, claramente reconhecível, um centro, e todos estamos constantemente à sua procura. Girar em torno de nosso próprio centro é o objetivo de toda a meditação, e dessa forma, uma mandala e toda mandala nos faz lembrar de nosso próprio centro.
Trabalhar com mandalas é ir de encontro às próprias origens e tocar no sagrado interno, uma forma carinhosa de abrir o coração para a criatividade, a intuição e o amor.
fonte:
fonte:
"Mandalas - Formas que representam a harmonia do cosmos e a energia divina" de Rudiger Dahlke.
Mais alguns brincos de crochê em formas mandálicas:
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Bolsa de Crochê
Essa é a primeira. Tenho pelo menos uma meia dúzia delas inacabadas... Como sou uma procrastinadora crônica, achei que seria bom eu postar algum modelo da minha coleção de bolsas a fim de rolar uma certa pressão para eu terminar o restante. Não vou me restringir no catálogo de bolsas ao crochê apenas, quero misturar materiais e outras técnicas. Essa por exemplo, tem um broche de tecido como adereço e alça de palha de buriti. Pretendo fazer modelos de vários tamanhos e estilos para caber todo o mundo que nós costumamos carregar numa bolsa (eu pelo menos). Minha listinha de sobrevivência básica que carrego sempre:
*carteira, água, fruta, biscoitinho e/ou chocolate, chicletes, celular, fone de ouvido, lápis de olho, gloss, escova de dente, pasta de dente, sabonete para o rosto, filtro solar, creme para mãos, máquina digital (nunca se sabe em que momento pode surgir uma idéia para te inspirar), lixa de unha, livro, elástico de cabelo, bloquinho de anotação, caneta, agulha de crochê, linha e chaves de casa.
domingo, 22 de agosto de 2010
Será o Benedito?
A partir do próximo sábado (4 de setembro) alguns trabalhos feitos por mim estarão expostos na Feira de Artes da Benedito Calixto em São Paulo. Silvia Amaral, artesã/crocheteira talentosa da Feira, vai abrigá-los por lá no seu stand.

Uma boa alternativa para as pessoas que entram em contato e gostariam de conhecer meus trabalhos de perto.
As peças criadas pela Silvia tem um estilo folk, colorido... O foco são roupas e acessórios (xales, golas, gorros, bijus, flores e afins). Mas há muitas idéias/novidades por vir. Aqui vai uma pequena amostra de suas artes:
Em breve ela vai lançar um blog com parte de seu catálogo. Parte porque é muito o que essa mulher já enredou com suas agulhas... Uma continha básica para se ter uma idéia: cerca de 5000 peças crocheteadas/ano (entre pequenas e grandes), 18 anos expondo na Benedito...
Onde e Quando:
A Feira de Artes da Praça Benedito Calixto fica em São Paulo/SP, existe desde 1987 e acontece todos os sábados das 9h00 as 18h00 (localizada no bairro de Pinheiros: entre a Teodoro São Paulo e a Cardeal Arcoverde na altura da Henrique Schaumann), conta com cerca de 300 expositores (lá é possível encontrar obras de arte, antiguidades, artesanato, moda; além do tradicional chorinho da praça e quitutes deliciosos). Procure pelo stand da Silvia Amaral Crochê.
*Modelos: Sophia Amaral; Julia Santos, Elaine Moraes e Adoniram Barbosa.
**Agradecimentos: Giselle Rivoire (Bal Masqué - Atelier de Máscaras); Ton Beltran (Designer); Cláudio (LPs e CDs).
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Botina
Tanto tempo sem postar novidades tem uma razão de ser... Como sempre as encomendas, pesquisas e novas criações me impedem de me dedicar mais ao blog do que gostaria. Acabo me rendendo ao Facebook, Orkut e Twitter para me comunicar mais imediatamente.
Sem querer fazer uma metáfora mequetrefe mas o ponta pé inicial foi com essa botina surrada... A cerca de quatro anos eu fiz esse modelo para mim e daí por diante um bocado de gente me pedia para fazer para elas também... Para encurtar a história, cá estou tecendo, tramando, enredando.
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