Coincidência é o acaso. Sincronicidade é quando o universo conspira mostrando que nada é por acaso. Não, não é um texto esotérico/místico... Calma! Nas muitas andaças que faço pela internet acabei descobrindo um blog mega/ultra/max/plus/super bacana... O Superziper ensina técnicas artesanais e investiga tudo que acontece no universo dos trabalhos manuais. O mais legal é que o que essas duas arteiras: Cláudia Fajkarz e Andrea Onishi (idealizadoras do site) mostram é da perspectiva de um iniciante e de uma maneira bem despretenciosa... E é aí que chego ao ponto do início do meu texto. Andava pensando muito em realizar vídeos e escrever algo que tratasse dos primeiros passos na arte do crochê; não me sobrava tempo para essa empreitada por conta das encomendas e novos projetos. E eis que encontro essa idéia concretizada pelas duas flores do Superziper. Existem muitos vídeos no youtube que ensinam pontos e trabalhos em crochê, elas não são as pioneiras, claro! A abordagem delas é um estímulo a quem se interessar a aventurar-se nessa habilidade, foi isso o que me chamou atenção. Para quem ultrapassar os primeiros passos desses vídeos produzidos pelo Superziper e quiser seguir adiante, deixo a indicação do canal do youtube de duas artesãs que ensinam crochê pela internet: a minha xará Elaine (a pioneira a ensinar crochê aqui no Brasil no mundo virtual) e a Ivy. Existem muitas outras, brasileiras e gringas, mas essas duas são as minhas professoras prediletas, aprendo muito com elas.
sexta-feira, 26 de março de 2010
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Preparação

Sigo crocheteando o meu catálogo de calçados, logo mais haverá novidades por aqui e pela minha lojinha no Elo 7... Enquanto as fotinhas do que venho criando não são produzidas, selecionei algumas dicas que coletei por aí (manicure, dermatologista, reflexologista e afins) para cuidarmos com mais atenção e carinho dessa parte do corpo que é responsável por nosso equilíbrio, transporte e suporte de todo o peso da nossa existência: os pés.
- Ande descalço, sempre que possível.
- Dê banhos de sol nos pés, inclusive nas plantas.
- Enxugue muito bem os vãos entre os dedos depois do banho. A umidade provoca frieiras, a grande responsável pelo mau cheiro, o popular chulé.
- Use sempre meias de algodão.
- Nunca vista as meias logo que acabar de enxugar os pés. Espere alguns minutos até que toda a umidade evapore.
- Corte as unhas sempre retas. O corte redondo é errado, pois proporciona a compressão do sapato nos cantos do pé, o que pode provocar unhas encravadas.
- Faça uma esfoliação a cada 15 dias.
- Evite sapatos apertados e de bicos finos, que podem provocar calos e joanete.
- Esterilize sempre as ferramentas usadas para o corte das unhas. Evite contaminações.
- Pessoas que transpiram muito devem colocar produtos específicos contra o excesso de umidade nos sapatos.
- Ao acordar, bata na sola dos pés com a palma das mãos para estimular o organismo.
- A cutícula é uma proteção da unha, portanto não deve ser retirada em excesso.
- Quem gosta de pintar as unhas do pé, deve descansa-las do esmalte por pelo menos uma semana para que respirem.
Reflexologia


Reflexologia baseia-se no princípio de que existem áreas, ou pontos reflexos nos pés, mãos, orelhas, costas, abdomem, face e crânio que correspondem a cada orgão, glândula e estrutura no corpo. Os pés são os que têm a correspondência mais definida e de fácil localização. Essa técnica milenar estuda a relação de pontos específicos dos pés com os órgãos vitais.Como muitos outros conhecimentos na área da saúde, teve seu início no oriente. Não se sabe ao certo a sua verdadeira origem visto que há citações dela no Egito, Mesopotâmia e China.
Conhecida de forma documentada na China desde o século III A. C. estava vinculada à Acupuntura. Na Pérsia e na Índia era referida apenas aos dedos dos pés.
Após o primeiro século da era cristã, tem-se referências mais amplas do seu uso no "diagnóstico", bem como no tratamento de certas moléstias. Assim, através dos séculos, o que hoje conhecemos como Reflexoterapia ou Reflexologia, foi ganhando lentamente, mais espaço no campo da "arte de curar".
A eficácia e os benefícios da prática regular da reflexologia são reconhecidos, mas orientais e ocidentais discordam sobre seu mecanismo de ação. Para os especialistas do Oriente, a técnica se baseia na livre circulação da energia vital, chamada ch’i. Quando determinado órgão apresenta excesso ou falta dessa energia, surgem dores ou doenças como sinal de alerta. O papel da massagem nos pés é justamente o de desbloquear e harmonizar o fluxo energético nos órgãos, assim eles funcionam melhor e a saúde é restabelecida.
Os ocidentais, por outro lado, descartam a idéia de uma energia invisível e explicam os efeitos com base na medicina. Os pés têm milhares de terminações nervosas e se ligam, através delas, ao restante do corpo. Com a massagem, essas terminações seriam despertadas e enviariam estímulos para o cérebro, que ativaria o sistema imunológico, beneficiando sua saúde em geral ou algum problema específico.
Segundo a medicina chinesa, cada sentimento mexe com um órgão vital e, se for intenso ou vivido por um período prolongado, pode até comprometer a saúde. “A raiva vai direto ao fígado, o medo atinge os rins, a preocupação, a vesícula, a tristeza, o pulmão, e a ansiedade, o coração”, ensina o especialista Armando Austregésilo.
Ao massagear seus pés nas áreas correspondentes a esses órgãos (indicadas acima), você também dissolve essas emoções e ganha tranqüilidade.
Veja abaixo os toques certos para aliviar ou prevenir males relacionados ao corpo e às emoções.
• Estresse – Já que ele não é uma doença, mas um conjunto de sintomas, o ideal é massagear os pés por inteiro, especialmente na área reflexa da coluna, que costuma doer muito quando estamos estressados.
• Insônia – Massageie a lateral externa dos pés, desde o calcâneo até o quinto dedo. Isso ajuda a desligar o carrossel de pensamentos que não deixa você dormir.
• Cansaço – Região central dos pés, relacionada a estômago, rins e intestino e ao bom fluxo de energia.
• Depressão – Área correspondente aos pulmões e ao intestino grosso.
• Ansiedade – Se a ansiedade for do tipo coronário, que vem acompanhada de uma dificuldade de pensar e agir, massageie a região central dos pés, relacionada ao plexo solar. Se for causada por estados depressivos ou tristeza prolongada, massageie a área dos pulmões e do intestino grosso.
• TPM – Dê atenção especial à região de rins, baço e pâncreas, ligada à satisfação e à alegria de viver.
Sempre que sentir necessidade de relaxar, não hesite e massageie os pés. “Além da pressão dos dedos, vale pisar sobre uma bolinha de tênis ou bambu, usar massageador elétrico ou de madeira”, sugere a terapeuta corporal Diana Valer, diretora da Humaniversidade, de São Paulo. A massagem não precisa ser demorada: cinco minutos por dia são suficientes para relaxar e despertar sensações boas. Andar descalço sempre que possível é outra ótima pedida, especialmente na areia.
fonte: http://bonsfluidos.abril.com.br
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Muitas idéias
Tudo tem um começo. Era uma vez uma menina que aprendeu com sua avó a crochetear... Era uma brincadeira de criança que permaneceu na lembrança dessa menina e mais tarde se tornou uma das habilidades da então adolescente. Hoje, mulher feita, essa brincadeira de criança se transformou num ofício. Pretendo que este espaço seja uma lojinha para eu divulgar minhas idéias, receber encomendas e vender meus trabalhos. Aos poucos vou tecer/crochetear e postar mais modelos de calçados, acessórios, bijuterias, roupas e tudo o mais.
Uma breve história dos sapatos
Estudos dizem que os primeiros sapatos foram encontrados em 8.000 anos AC, e eram espécies de meias feitas de palha e madeira. Outra informação que se têm é de que em 3.000 A.C os egípcios já faziam inscrições nas paredes ilustrando as pessoas usando sapatos e até mesmo alguns sendo feitos.Os sapatos no decorrer da história já serviram de elemento diferenciador das classes sociais. Na Grécia Antiga, os escravos eram diferenciados por não usarem qualquer tipo de cobertura nos pés. Já em Roma o imperador Aurélio determinou que apenas ele e seus descendentes poderiam usar as famosas sandálias romanas na cor vermelha. E na corte de Luís XIV os homens usavam saltos altíssimos também na cor vermelha, um sinal de que os aristocratas não trabalhavam e nem mesmo precisavam andar sobre as poeiras das estradas européias. No século XVI, os saltos altos eram exclusividade dos homens, assim como a ostentação de todo o traje. Além de saltos altos, os sapatos da nobreza possuíam um design específico e geralmente eram bordados com fios de ouro e revestidos em seda pura ou brocado.Apenas a partir do século XVIII se iniciou a manufatura do calçado, e já no final deste mesmo século apareceram as primeiras fábricas de calçados na Europa, tornando o produto mais barato acessível à população. Na época do Diretório, a moda pedia sapatos baixos e sandálias amarradas parecidas com as da Grécia Antiga. Já em meados do século XIX foram lançados os primeiros sapatos esportivos, após Elias Howe inventar a máquina de costura.No início do século XX os sapatos continuavam bem parecidos aos modelos do século anterior, as saias ainda cobriam os pés das mulheres e o modelo mais popular continuou sendo a bota da Rainha Vitória. A década de 20 trouxe um novo ânimo a todos após a Primeira Grande Guerra, e os sapatos mais procurados eram os de noite. A mulher ganhara seu espaço com o movimento feminista e saía a noite, dançava e fumava, e essas eram as maiores diversões das moças dos anos 20. Nos anos 30, a grande depressão exigiu que os que ainda tinham dinheiro ostentasse muito, fingindo que tudo estava sob controle, enquanto grande parte da população ainda passava por graves crises financeiras e sonhava com as estrelas de cinema. Foi nesta década que a plataforma apareceu, criada por designers como André Perugia e Salvatore Ferragamo. As plataformas estavam nos pés de muitas mulheres, e de todas as atrizes de cinema.A Segunda Guerra Mundial fez com que as mulheres se preocupassem muito pouco com os sapatos, e nesta época, materiais alternativos começaram a ser usados para a sua fabricação. A sola de cortiça até então considerada estranha, se tornou típica desta década.Na década de 50 o otimismo havia voltado e os homens também, então a mulher passou a ser mais feminina do que nunca e mesmo com as mais diversas tarefas da dona-de-casa, as mulheres estavam sempre postas em saltos altíssimos, e bastante finos. Os anos 60 revolucionaram com botas futuristas brancas ou em qualquer cor neon de Mary Quant e Courréges e com as plataformas, que voltaram a cena no final da década com a explosão do movimento hyppie.O vale-tudo da década de 70 concretizou a democracia da moda, onde plataformas, chinelos, sandálias, botas de cowboy ou patchwork, tudo era cool, desde que bastante misturado. Nos anos 80 os scarpins davam a conotação de poder que a mulher precisava para enfrentar as reuniões de negócios, sem contar a moda esportiva que também invadiu os pés de todo o mundo.O fim do século XX foi uma grande releitura de estilos, saltos, bicos e formas, apenas com uma nova roupagem, e na década de 90 vale muita coisa, desde que combine com o estilo de quem usa. O século XXI está aí para mostrar que mais do que o próprio design do calçado, o material é o que define que sapato usar, sem esquecer é claro que nunca deixará de ser um objeto de desejo. O conforto e a praticidade precisam estar aliados à beleza, e o produtor de calçado tem que sempre estar atento a estes novos anseios e necessidades para oferecer um produto que também entre para a história.
fonte:
texto extraído do site: http://www.santamoda.com.br/ (por Karen Ricci)
fonte:
texto extraído do site: http://www.santamoda.com.br/ (por Karen Ricci)
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